terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Não tenho muito a dizer, mas tenho muito a sentir […] Talvez a experiência de viver intensamente o que o amor pôde me trasmitir, fez com que eu conseguisse explicar como é sorrir por ter alguém para abraçar e sentir paz, e como é chorar por não ter mais aquela pessoa na qual abraçar e poder sentir sentimentos. Então considerei-me uma devota do amor. Vivi tudo o que ele teve à me oferecer, e hoje muito tenho a contar. Talvez das tantas lágrimas que eu derramei, ou quantos sorrisos falsos estampei. E pode ser que a maioria das coisas que eu tenha à falar do amor, não baseadas na dor e da infelicidade de amar alguém que não merece o que você faz. E então, finalmente, você percebe que o melhor é desistir, mas até lá seu coração já teria desmanchado-se. 

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