sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


– Mãe… – a minha voz era uma súplica.
– Fala, filha. – ela me olhou quase com pena.
– Acende a luz?
Eu tinha um olhar triste demais, e ela reconheceu.
– Do quarto?
– Da minha vida, mãe… Da minha vida!
Ela não podia, apenas me abraçou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário